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A SAGA DO CONTESTADO - EDIÇÃO HC 17



Escrito por Revista HC às 09h55
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CAPA DA EDIÇÃO DE JANEIRO DE 2010 - HC 15



Escrito por Revista HC às 09h17
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REVISTA HC VIRTUAL

Já está  disponível  uma edição virtual  da REVISTA HISTÓRIA CATARINA que pode ser acessada no site www.revistahistoriacatarina.com.br O objetivo é dar uma idéia do conteúdo e da apresentação de nossa revista. É só acessar! 



Escrito por Revista HC às 11h08
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REVISTA HC 14

ÚLTIMA EDIÇÃO - Circulando nas bancas e por meio de assinaturas



Escrito por Revista HC às 13h08
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A esquerda Cláudio Silveira. A direita o presidente da Câmara Municipal de Lages

 



Escrito por Revista HC às 16h10
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Sessão Solene da Câmara Municpal de Lages Homenageou Cláudio Silveira

A sessão solene do dia 30 de Junho próximo passado, homenageou o escritor e editor da Revista História Catarina, com o Diploma de Honra ao Mérito. A proposição foi feita pela vereadora Aida Hoffer.



Escrito por Revista HC às 15h32
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ÍNDICE DA EDIÇÃO 12



Escrito por Revista HC às 09h58
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Escrito por Revista HC às 09h56
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Escrito por Revista HC às 09h52
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HC 11 EM BREVE NAS BANCAS



Escrito por Revista HC às 14h12
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CHÃO FARRAPO - História cultural no SBT de SC

 

Chão Farrapo – cultura nas manhãs de domingo

            A partir deste domingo, 01 de março de 2009, a comunidade Gaúcha Catarinense, terá o privilégio de assistir, em TV aberta, pelo SBT de Santa Catarina, às 09h30min, o programa “CHÃO FARRAPO” . O programa é apresentado pelo Dr. João Lima, advogado de Joinville, e por Lena Souza, campeã mundial de oratória. Chão Farrapo é a própria identidade sulina, unindo os Estados do Brasil Meridional pela cultura de raiz. Nele, o ponto alto é o resgate dos hábitos antigos — que muitos esqueceram —  os quais quase não são propagados por falta de iniciativas ousadas como esta. O “resgate” cultural é um ponto forte, com a proposta de transformar-se num verdadeiro ‘aperto de mão’, indispensável no meio tradicionalista.

            Sem sombra de dúvidas, Santa Catarina é “Chão Farrapo”. A História farrapa gaúcha teve importantes episódios em Laguna, no Sul do Estado, bem como na grande Lages do século XIX, que abarcava toda a Serra e boa parte do Planalto Catarinense. Também Curitibanos e Campos Novos têm  sua história ligada a esta epopéia que marcou e definiu muitas das características gaúchas do homem e da mulher sul-brasileiros. O Oeste catarinense é povoado por muitos destes descendentes gaúchos que fincaram raízes neste chão.

            Os carismáticos Lima e Lena certamente farão sucesso em todo o Estado. Seu programa já era uma referência no Norte catarinense. Agora, toda a Santa Catarina ((OU: Santa Catarina toda)) poderá, num horário conveniente, assistir a um bom programa,com cultura e entretenimento. A Revista História Catarina tem prazer em recomendar “CHÃO FARRAPO” tanto pelo conteúdo como também por ter o programa a direção de dois renomados catarinenses que nos envolvem pela simpatia e pelo espírito guerreiro de vencedores.

 



Escrito por Revista HC às 16h32
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MORRE O MAIOR BIÓGRAFO DE ANITA GARIBALDI – WOLFGANG LUDWIG RAU.

 

 

Por Elma Sant´Ana ( Membro do CEC Conselho Editorial Cosultivo da Revista HC)

            WOLFGANG LUDWIG RAU, o maior biógrafo de Anita Garibaldi, morreu em Florianópolis em 07 de fevereiro do corrente, às 18:35 horas. No dia 03, havia completado 93 anos.

            RAU, de origem suíça, veio ao Brasil em 1930 com seus pais e irmãos, fixando-se a família  na cidade serrana de Lages, em Santa Catarina. Naturalizou-se em 1940 e prestou Serviço Militar em Curitiba no ano seguinte. Sócio e Diretor de várias firmas de Engenharia e Arquitetura em Lages e Florianópolis, se destacou, sobretudo, pela sua paixão à história e à obra de Anita Garibaldi. “Anita Garibaldi- o Perfil de uma Heroína Brasileira”, “A Heroína Anita Garibaldi”, “As Sucessoras de Anita Garibaldi”, “Vida e Morte de José e Anita Garibaldi”, são algumas de suas obras, um trabalho idôneo, fonte permanente de ensinamentos e consultas.

            Dr. Adílcio Cadorin, ex-prefeito de Laguna e autor de “Anita – a Guerreira das Repúblicas”, lembra  que RAU, há mais de quarenta anos, sem os meios de comunicação atuais, como um desbravador, empreendeu diversas viagens e adquiriu tudo o que tinha em relação com a epopéia farrapa e garibaldina, subsidiado com os seus próprios recursos, sem nunca ter recebido um  reembolso sequer. Percorrendo todos os difíceis caminhos por onde Anita andou, de lá recuperou dados e informações preciosas.

            Para o jornalista e escritor Paulo Markun, autor de “Anita Garibaldi – uma Heroína Brasileira”, o verdadeiro garimpeiro dessa história que jamais desanimou, foi WOLFGANG  LUDWIG RAU, que como já havia feito com outros interessados, ofereceu total acesso à sua preciosa coletânea de livros, documentos, imagens e lembranças.

            Quando Laguna concedeu a Anita, a primeira certidão de nascimento tardia expedida no Brasil, em 1999, RAU, merecidamente, recebeu a primeira cópia do documento. “Mas para retribuir o esforço dele em resgatar um pedaço de nossa história, é preciso mais”, lembra o jornalista Markun.

            RAU era membro de várias Associações Garibaldinas da Itália e recebeu, pelo reconhecimento à sua grandiosa  obra ,várias Comendas. Entre elas, a “ Medalha do Mérito Anita Garibaldi” – do Governo do Estado de Santa Catarina, a Comenda de “Mérite Interallie” –(Nice-França) e portador da “Estrela  do Mérito Garibaldino”- (Itália).

            Em 1985, o arquiteto e escritor WOLFGANG LUDWIG RAU, por ocasião das comemorações do Sesquicentenário da Revolução Farroupilha, foi convidado pelo Governo do Rio Grande do Sul, a participar das várias homenagens aos Farrapos.

            Em 1993, conheci RAU, em Garopaba, Santa Catarina, numa tarde fria e chuvosa de inverno. Estava acompanhada pelo casal tradicionalista Ana e Waldemar Alchieri,  Fomos recebidos por ele e seus filhos na sua casa, que era um verdadeiro Museu Garibaldino.  Ele era o verdadeiro guardião da memória de Anita.

            WOLFGANG LUDWIG RAU, deixa cinco filhos: Luiz Ricardo, Léa Cristina, Ludovico José, Levy Hermes e Lúcio Albino. E é de Lúcio Albino, que fica a mensagem enviada aos italianos garibaldinos, através de Gabrielle Trentini “ Tenho certeza que o Grande Arquiteto do Universo o recebeu de braços abertos. A esta hora , deve estar sentado ao lado de Mario Buronzi, grandes amigos que foram”. Laguna decretou luto oficial na cidade por três dias.

 

"Pouca gente sabe, mas além do acervo garibaldino que nos legou e dos projetos de diversos monumentos à nossa história, Rau projetou várias edificações em Santa Catarina, entre elas os edifícios Zahia e Dias Velho, na década de 60, em Florianópolis.E os cinemas Marajoara (Lages, em 1947), São José (Florianópolis, em 1954), e Cine Mussi" (Laguna, em 1950).  valmirguedes.blog.uol.com.br



Escrito por Revista HC às 21h22
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CULTURA COM STATUS PRÓPRIO DE SECRETARIA

Florianópolis, 12 de Fevereiro de 2009.

Exmo. Sr. Dário Elias Berger
Prefeito do Município de Florianópolis

    Sr. Prefeito, geramos emprego e renda, pois o que fazemos não é diletantismo, não se sustenta como mero passatempo, como fugaz ocupação para as horas de ócio. Somos profissionais, o que embute, além da extrema qualidade, o conceito de dinheiro em nossa atividade. Sentimos, vemos que as coisas não vão bem por aqui em termos de Cultura. A CNM – Confederação Nacional de Municípios – mostra isso em números. Eles estão nos quadros que anexamos mais abaixo. Das 26 capitais brasileiras de estados, Florianópolis é apenas a 23a em investimento do orçamento para a Cultura, em termos de percentual da Receita Corrente Líquida. Se considerarmos valores absolutos, caímos para a 24a posição: conseguimos ficar à frente de Porto Velho, capital de Rondônia, e Maceió, nas Alagoas. Só ganhamos delas.

    Esse nosso triste quadro municipal torna-se lamentável quando comparado com as cidades catarinenses. Em conjunto, incluindo os pífios resultados da Capital, os municípios de Santa Catarina colocam o Estado na 15a posição (em % da RCL). Ainda assim, esta colocação não é nada extraordinária considerando-se que somos uma das oito economias mais fortes do país. E ainda nem começamos a discutir a qualidade desse investimento em Cultura que se vem fazendo aqui, historicamente ou não. Essa discussão, para ser criteriosa e consequente, bem como responsável com o dinheiro público, só pode se dar em um único lugar: no Conselho Municipal de Cultura – equipamento disponível em 48 dos 293 municípios catarinenses, mas, absurdamente, inexistente na Capital do Estado.

    Por tudo o que precisa ser feito – desde organizar centros culturais em cada região da cidade, equipados com teatro, biblioteca, museu, sala de projeções, galeria de artes, salas de ensaios e oficinas, até coordenar, entre outras unidades, a Biblioteca Pública Municipal Professor Barreiros Filho, o Teatro da UBRO, a Casa da Memória, o Centro Cultural Bento Silvério, a Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e representar a cidade nos fóruns estaduais e nacionais competentes –, fica clara a necessidade de uma Secretaria da Cultura com assento no Colegiado municipal, com atribuições exclusivas para a área, com autonomia, com orçamento e com quadro próprio de funcionários. A experiência municipal, bem como a estadual, já demonstraram que não têm condições de funcionar com um mínimo de competência secretarias multimarcas que englobem num saco só turismo, esporte e cultura (geralmente nesta ordem de importância), áreas tão distintas entre si, com problemas e necessidades muito específicas. Imagine-se, por exemplo, como protestarão os homens e mulheres do turismo e do esporte se tal órgão for entregue, para administrá-lo, a um poeta, a um pintor ou a um bailarino. Todas as recíprocas são verdadeiras. Por tudo isso, nós, homens e mulheres da Cultura, produtores culturais que trabalham e empreendem nesta cidade, signatários do presente documento, vimos solicitar a Vossa Excelência o encaminhamento de um projeto que proponha a alteração da Lei Complementar nº 1000/2009, aprovada pela Câmara dos Vereadores da Capital em 26.01.2009, que dispõe sobre o modelo de gestão e a estrutura organizacional da Administração Pública Municipal de Florianópolis, no sentido de retirar a Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes da área de subordinação à Setur.

    A imprensa, aliás, já noticiou que é essa sua intenção. O que nos faz crer nesta informação é a declaração enfática do titular da Setur, feita em reunião ocorrida no mesmo dia 26 de janeiro no gabinete do excelentíssimo Vereador Márcio de Souza, de que nem sua Secretaria nem a Prefeitura faziam qualquer objeção a que a Fundação fosse independente e autônoma se este for o desejo da classe cultural local. E é. Além da Franklin Cascaes, são muitos os exemplos meritórios de fundação cultural com status de secretaria e desvinculada do turismo: Fundação Gregório de Matos (Salvador, BA), Fundação Cassiano Ricardo (São José dos Campos, SP), Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Juiz de Fora, MG), as fundações culturais de Curitiba (PR) e Jacareí (SP), e também as fundações de municípios catarinenses como Blumenau, Joinville e Itajaí. O corpo funcional concursado e enxuto, a autonomia financeira, o orçamento próprio e requisitos específicos de licitação fazem das fundações órgãos com facilidades administrativas superiores às secretarias. Sem dúvida nenhuma, a autonomia administrativa de uma fundação, com este amplo horizonte de articulação com as mais diversas áreas, evita a constituição de uma superestrutura pesada.

    Neste momento em que a Franklin Cascaes começa a pôr em prática o protocolo de intenções assinado com o MinC – o Ministério da Cultura, comprometendo-se a ter um Conselho Municipal de Cultura (que precisa ser constituído e empossado de imediato), um sistema de financiamento por edital público de seleção e uma instituição aparelhada para formular e gerir a política setorial da cultura, a proposta de vinculá-la à Setur representa um grande retrocesso na institucionalização das políticas públicas para a cultura em Florianópolis. Assim sendo, contamos com a sensibilidade de Vossa Excelência para que desvincule a Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes da Setur, mantendo assim sua autonomia administrativa, seu status de secretaria e sua participação direta no colegiado do primeiro escalão do governo.

ACADS - Associação Catarinense de Dança de Salão.

CCK - Centro Cultural Kirinos.

CDLF – Centro de Dança Laura Flores.

RBSD – R & B Stúdio de Dança.

Twist - Academia Twist.

-- Os interessados em subscrever o abaixo-assinado devem mandar e-mail para contato@cinematecacatarinense.org informando nome, CPF, número do RG e qualificação - se pessoa física - ou nome e CNPJ - se pessoa jurídica.

A REVISTA HISTÓRIA CATARINA DIVULGA ESTA AÇÃO COMUNITÁRIA POR ENTENDER QUE SE TRATA DE UMA REIVINDICAÇÃO JUSTA DA CLASSE DOS PRODUTORES CULTURAIS EM PROL DA PRÓPRIA CULTURA FLORIANOPOLITANA.



Escrito por Revista HC às 10h07
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BALEIAS - MAIS REFLEXÃO DO QUE CONTEMPLAÇÃO

 

Giuliano Albuquerque de Medeiros

BALEIAS - MAIS REFLEXÃO DO QUE CONTEMPLAÇÃO


Não pude deixar de notar a referência feita por Filipe Monteiro, na última edição da Revista da Biblioteca Nacional, apontando a Revista História Catarina como um veículo capacitado e adequado ao conhecimento histórico da região Sul do Brasil. Concordo plenamente! Todavia, não passou despercebida a conotação apontada ao município de Imbituba, e como a Revista Catarina, além do mais, serve como chamariz para turistas, especialmente para quem pretende entrar em contato com o belo espetáculo proporcionado pelas baleias-francas, presentes anualmente no litoral sul do estado. Como autor do artigo Novos Olhares Para o Mar: Imbituba e a Identidade Turística na Estação das Baleias, veiculado na edição número 05 da RHC, observo que o escopo do artigo foi, em maior grau, lançar um olhar sobre o que há submerso no intrincado oceano do fenômeno turístico e o que os coloridos cartões-postais evitam mostrar aos visitantes. Trabalhando com a História do Tempo Presente e partindo de uma abordagem crítica, busquei (e continuo buscando, em novos trabalhos) refletir como a cidade tem enfrentado uma especulação imobiliária crescente, empregos ocasionais e mal remunerados e discursos montados que anunciam uma estrutura de recepção que, efetivamente, não existe. De fato, as baleias dão seu show à parte. Porém, como historiador, meu convite pende mais à reflexão do que à contemplação. Essa tarefa deixo às mídias... e às baleias.
 
Giuliano Albuquerque de Medeiros
Acadêmico do curso de História da Universidade Federal de Santa Catarina



Escrito por Revista HC às 11h05
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Edição esgotada será reimpressa

Esta edição deu o que falar!  A edição de número 05 está esgotada para venda nas bancas e livrarias. No entanto temos alguns exemplares para assinantes que queiram completar sua coleção. A Editora pretende reimprimir esta edição em 2009. A última edição bimestral está em circulação nas bancas e livrarias. Trata-se da edição janeiro/fevereiro de 2009.



Escrito por Revista HC às 17h03
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